A DOPAMINA...a dopamina como "o neurotransmissor do prazer", ativa o mecanismo de recompensa do cérebro, proporcionando sensações de alegria e motivação. Quando ouvimos uma música querida, saboreamos um doce, ou recebemos um elogio, nosso cérebro libera dopamina, criando um ciclo que nos incentiva a repetir essas ações. Mas esse sistema, projetado para o bem, também pode ser explorado de maneira prejudicial. A dependência digital utiliza esse mecanismo, oferecendo recompensas constantes como curtidas e notificações, criando um ciclo vicioso que nos prende ás telas. No entanto, o problema vai além da química cerebral. Crenças irracionais, como " se eu não estiver online, serei esquecido" ou " preciso de validação constante", reforçam o comportamento compulsivo. Essas interpretações errôneas ampliam a dependência e dificultam o desligamento. Romper com esse padrão exige mais do que autocontrole. Estratégias práticas, como criar "zonas livres de celula...
UM DIA SEM CELULAR...vamos expor a situação de uma pessoa que vive conectada com seu celular. O seu trabalho é estar conectada todos os dias, horas, minutos , segundos, fora o tempo em que ela passa em suas redes sociais, likes, e as demais notícias, youtube, e-mails etc.. Tudo isso é combustível emocional que a mantém acessa, motivada, a mil por hora. Todo o tempo, mesmo durante café, almoço, não tira os olhos das últimas notícias. Mas, um dia ao sair de sua casa em direção ao seu trabalho, sentiu falta de algo muito relevante: seu celular. Um grande calafrio percorreu sua espinha, seguido por uma sensação avassaladora de desespero. Você já viveu isso! Deixou seu celular em casa ! Penso que muitos já sofreram esses calafrios. E agora! Sua mente disparou, sua respiração ficou curta, e tudo ao redor pareceu parar por um instante. Fechando os olhos, esse personagem tentou se concentrar, mas o vazio foi inescapável, como se uma parte dele ou dela tivesse ficado para trás, sobre a mes...